Planejamento Sucessório: Evite o Aumento do ITCMD: Por que o momento de planejar sua sucessão patrimonial é agora?

Você sabia que o imposto sobre heranças e doações em alguns casos quase dobrar nos próximos meses, em diversos estados do Brasil?

O ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) está no centro de uma transformação silenciosa, impulsionada pela Reforma Tributária. 

E o que já é considerado um custo elevado na hora do inventário pode se tornar ainda mais caro caso você não se antecipe.

O que está acontecendo?

No Paraná, por exemplo, a alíquota atual é de 4%. No início de 2025, o Governo chegou a apresentar o PL 730/24, que previa uma tabela progressiva com alíquotas de até 8%, mas recuou após pressão do setor produtivo. O recuo, no entanto, é temporário. A tendência é que a progressividade seja retomada nos próximos meses, o próprio projeto deve ser reapresentado com ajustes. E isso está acontecendo em diversos estados, que inclusive têm prazos para implementação das novas regras.


O impacto no bolso

Tentando melhor elucidar, segue um exemplo:

Imagine um patrimônio de R$ 10 milhões. Com a alíquota fixa de 4%, o ITCMD seria de R$ 400 mil. Com a progressividade chegando ao teto de 8%, esse valor pode saltar para R$ 800 mil, sem contar as taxas, honorários e custos do processo de inventário.

Esse impacto pode ser ainda maior em estados como Amazonas e Alagoas, onde a alíquota atual é de 2% e pode quadruplicar.

Por que você deve se antecipar com o Planejamento Sucessório?

Com a provável entrada em vigor dessas novas alíquotas em 2025 e 2026, estamos diante de uma janela de oportunidade para organizar a sucessão patrimonial de forma mais inteligente e econômica:

Inventário e o risco de não planejar

Mais de 250 mil processos de inventário tramitam no Brasil simultaneamente, segundo o CNJ. A média de duração? Dois anos ou mais, tempo suficiente para dilapidar um patrimônio por brigas, impostos e custos com advogados e perícias.

Além disso, o impacto pode ser ainda mais cruel para empresas familiares. Segundo o IBGE, 9 em cada 10 empresas brasileiras são familiares, mas apenas 36% sobrevivem à segunda geração. A falta de preparo dos herdeiros e ausência de governança aumentam ainda mais esse risco.

Atenção: cada caso é único

Muito se fala em holding familiar, mas nem sempre ela é a melhor solução. Há casos em que esse formato pode até ser prejudicial. O ideal é fazer um diagnóstico personalizado, com due diligence patrimonial e análise estratégica para definir o melhor caminho.


Conclusão sobre Planejamento Sucessório e o Aumento do ITCMD

O momento atual representa uma segunda e talvez última chance de pagar menos imposto na sucessão patrimonial. Com a alíquota de 4% ainda em vigor em estados como o Paraná, antecipar o planejamento pode gerar uma economia significativa, além de garantir segurança, agilidade e paz para os seus herdeiros.

Se você tem patrimônio ou é responsável por uma empresa familiar, não espere o projeto voltar à pauta legislativa.

Planeje agora.
Pague menos.
Preserve sua família e seu legado.

Quer entender qual é a melhor estratégia para o seu caso?

Fale com um especialista em planejamento sucessório e organize tudo com inteligência antes que o ITCMD pese (ainda mais) no seu bolso!

Fontes:

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